Se você não conhece o nome da Sarah Davachi, talvez você se interesse pela sua música. Afinal, essa artista experimental canadense é conhecida pela sua sonoridade eletroacústica que se aproxima muito do minimalismo e do drone. Já acompanho seu trabalho musical tem alguns anos e sou muito fã do Cantus, Descant e do Let Night Come On Bells End The Day, que foi quando a conheci.

Meu poster para o Kontraklang com Sarah Davachi em Berlim

Depois de meses sem ir a nenhum evento cultural, no meio de outubro acabei indo no meu primeiro show. Kontraklang é o nome dessa série de eventos de música experimental e foi lá que eu vi a performance de Sarah Davachi pela primeira vez.

Se você não conhece o nome da Sarah Davachi, talvez você se interesse pela sua música. Afinal, essa artista experimental canadense é conhecida pela sua sonoridade eletroacústica que se aproxima muito do minimalismo e do drone. Já acompanho seu trabalho musical tem alguns anos e sou muito fã do Cantus, Descant e do Let Night Come On Bells End The Day, que foi quando a conheci.

Depois de meses sem ir a nenhum evento cultural, no meio de outubro acabei indo no meu primeiro show. Kontraklang é o nome dessa série de eventos de música experimental e foi lá que eu vi a performance de Sarah Davachi pela primeira vez.

Como faço há alguns anos, meu exercício criativo é fazer posters para os shows que eu vou. Isso ficou meio devagar durante a pandemia, já que muitos shows foram cancelados e adiados para datas futuras. Por isso mesmo que fiquei muito empolgado quando descobri que a Sarah Davachi iria tocar aqui em Berlim.

Principalmente porque ela não tocaria em um lugar-comum, o show aconteceria na Emmaus-Kirche, sendo uma igreja em Kreuzberg. O que faz sentido já que o último disco da Sarah Davachi é quase todo composto em um orgão de igreja. Ou seja, eu não poderia perder esse evento.

E a performance da Sarah Davachi foi exatamente o que eu tinha em mente. Músicas lentas, com notas seguradas até seu limite e de uma calma que me é muito interessante. As duas outras artistas, Marta Zapparoli & Billy Roisz, fizeram uma performance um pouco diferente que envolvia algo como um ultra som para criar sons utilizando do corpo de uma das artistas.

Visualmente falando, o poster que resolvi criar tem suas raízes nas pesquisas de história do design que eu venho fazendo recentemente. Foi assim que me deparei com uma capa de revista criada por Yusaku Kamekura em 1957 onde alguns elementos geométricos me chamaram a atenção. Além disso, a composição de tudo é fora do comum.

Resolvi criar algo usando desses mesmos elementos geométricos já que, para mim, eles pareciam um pouco com as estruturas de canos que existem em um orgão de igreja. Esse era o visual que eu estava esperando alcançar de forma abstrata e, depois de alguns ajustes nas cores, acredito que consegui chegar no resultado que eu tinha em mente.

Resolvi criar algo usando desses mesmos elementos geométricos já que, para mim, eles pareciam um pouco com as estruturas de canos que existem em um orgão de igreja. Esse era o visual que eu estava esperando alcançar de forma abstrata e, depois de alguns ajustes nas cores, acredito que consegui chegar no resultado que eu tinha em mente.

Visualmente falando, o poster que resolvi criar tem suas raízes nas pesquisas de história do design que eu venho fazendo recentemente. Foi assim que me deparei com uma capa de revista criada por Yusaku Kamekura em 1957 onde alguns elementos geométricos me chamaram a atenção. Além disso, a composição de tudo é fora do comum.

Dá para ver mais detalhes do projeto clicando direto no link abaixo.

Meu poster para o Kontraklang com Sarah Davachi, Marta Zapparoli & Billy Roisz no Behance

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