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Esse é o blog pessoal do Felipe Tofani. Onde ele escreve e comenta sobre tudo que acha interessante mas não necessariamente é.

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CrunchPad agora é de Alumínio

9/06/2009

crunchpad_almostfinalEu postei sobre o Crunchpad em janeiro [CrunchPad | blog.ftofani.com] e essa semana soube que eles já estão perto da versão final do produto. Agora ele é feito de alumínio e tem a espessura máxima de 18mm e é lindo.

Ele continua a funcionar com um sistema operacional baseado no Linux e com um browser feito em cima do Webkit, e o boot dele é direcionado para o browser já.

Em julho o pessoal do Techcrunch vai falar no Vale do Silício sobre o Crunchpad e eu espero que já tenha uma data de lançamento. Porque esse sim vai ser meu sonho de Natal.

Leia mais no Techcrunch.

i want my Google Wave

29/05/2009

Se tudo continuar do jeito que as coisas andam, o Google vai mudar tudo de novo. Até mencionei sobre isso no twitter mas só agora deu pra escrever algo direito. (more…)

O Novo iPod shuffle

11/03/2009

ipodshuffle

A surpresa dessa quarta feira é o lançamento do novo iPod Shuffle. Tudo bem que o iPod Shuffle nunca foi nada demais mas agora ele é. Imagine que ele não tem botões e nem interface gráfica. Isso mesmo. A Apple teve a ousadia de lançar um produto com uma interface de áudio num segmento onde tudo era feito visualmente. Até agora.

Com esse movimento, a Apple continua mostrando o porque que ela é uma empresa lider em inovação. É essa ousadia que mostra quem lidera e quem segue. Leia sobre o VoiceOver, a interface de áudio da Apple, e entenda do que se trata.

Apple – iPod shuffle – With VoiceOver, iPod shuffle talks.

Carta aberta aos Bancos

4/03/2009

O texto abaixo é uma carta aberta ao Bradesco, mas poderia ser uma carta aberta a todo sistema bancário brasileiro. Leia e entenda.

Senhores Diretores do Bradesco,

Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina de sua rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da feira, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.

Funcionaria assim: todo mês os senhores, e todos os usuários, pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, feira, mecânico, costureira, farmácia etc).. Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao pagante.

Existente apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade.

Por qualquer produto adquirido (um pãozinho, um remédio, uns litros de combustível etc) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até um pouquinho acima. Que tal?

Pois, ontem saí de seu Banco com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e de honestidade.

Minha certeza deriva de um raciocínio simples. Vamos imaginar a seguinte cena: eu vou à padaria para comprar um pãozinho. O padeiro me atende muito gentilmente. Vende o pãozinho. Cobra o embrulhar do pão, assim como, todo e qualquer serviço..

Além disso, me impõe taxas. Uma ‘taxa de acesso ao pãozinho’, outra ‘taxa por guardar pão quentinho’ e ainda uma ‘taxa de abertura da padaria’. Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.

Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo em seu Banco.

Financiei um carro. Ou seja, comprei um produto de seu negócio. Os senhores me cobraram preços de mercado. Assim como o padeiro me cobra o preço de mercado pelo pãozinho.

Entretanto, diferentemente do padeiro, os senhores não se satisfazem me cobrando apenas pelo produto que adquiri.

Para ter acesso ao produto de seu negócio, os senhores me cobraram uma ‘taxa de abertura de crédito’ - equivalente àquela hipotética ‘taxa de acesso ao pãozinho’, que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar.

Não satisfeitos, para ter acesso ao pãozinho, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente em seu Banco.

Para que isso fosse possível, os senhores me cobraram uma ‘taxa de abertura de conta’.

Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa ‘taxa de abertura de conta’ se assemelharia a uma ‘taxa de abertura da padaria’, pois, só é possível fazer negócios com o padeiro depois de abrir a padaria.

Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como papagaios’.. para liberar o ‘papagaio’, alguns Gerentes inescrupulosos cobravam um ‘por fora’, que era devidamente embolsado.

Fiquei com a impressão que o Banco resolveu se antecipar aos gerentes inescrupulosos.

Agora ao invés de um ‘por fora’ temos muitos ‘por dentro’.

- Tirei um extrato de minha conta – um único extrato no mês – os senhores me cobraram uma taxa de R$ 5,00.
- Olhando o extrato, descobri uma outra taxa de R$ 7,90 ‘para a manutenção da conta’ semelhante àquela ‘taxa pela existência da padaria na esquina da rua’.

- A surpresa não acabou: descobri outra taxa de R$ 22,00 a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros (preços) mais altos do mundo.
- Semelhante àquela ‘taxa por guardar o pão quentinho’.
- Mas, os senhores são insaciáveis. A gentil funcionária que me atendeu, me entregou um caderninho onde sou informado que me cobrarão taxas por toda e qualquer movimentação que eu fizer.

Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores esqueceram de me cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de seu Banco.

Por favor, me esclareçam uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma?

Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que sua responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências governamentais, que os riscos do negócio são muito elevados etc e tal. E, ademais, tudo o que estão cobrando está devidamente coberto por lei, regulamentado e autorizado pelo Banco Central.

Sei disso. Como sei, também, que existem seguros e garantias legais que protegem seu negócio de todo e qualquer risco.

Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados..

Sei que são legais. Mas, também sei que são imorais. Por mais que estejam garantidas em lei, voces concordam o quanto são abusivas..!?!

Fonte: Autor desconhecido

Carta aberta ao Bradesco | Trankera.

O Reparo é a nova Reciclagem

3/03/2009

Ano passado eu comprei um iPod para a minha namorada. Ele já tinha algum tempo de uso mas como achei que seria um bom presente. Agora, um pouco menos de seis meses depois da minha compra, ele apresenta uma série de problemas que não fazem sentido nenhum e que são bem difíceis de encontrar soluções online.

repairing-homepage3

Eu começo mencionando o problema do iPod da minha namorada para demonstrar o quão descartável a tecnologia de hoje consegue ser. Meu avô já dizia coisas, mas só agora eu consigo ver o quão certo ele estava. Pense na reciclagem, para que que ela serviria se os produtos durassem o tempo que os consumidores gostariam? Não acho que os produtos devam ser eternos mas bem que eles poderiam durar mais do que 2 anos não?

Pensando nisso que surgiu o manifesto do Reparo contra a reciclagem. A imagem ao lado é a explicação básica de tudo que eles pregam. 

MAKE: Blog: Repair is the new recycling