blog.ftofani.com / Esse é o blog pessoal do Felipe Tofani. Onde ele escreve e comenta sobre tudo que acha interessante mas não necessariamente é.

Purple do Baroness: O Melhor Disco de 2015?

Não são poucas as vezes que eu acabei perdendo o interesse em uma banda por que seus discos começaram a parecer acessíveis demais. Sei que posso soar esnobe quando falo isso mas eu gosto de músicas com sonoridades diferentes e complexas. Apesar disso, preciso dizer que Purple do Baroness é um dos meus discos favoritos dessa banda. Purple é o último disco do Baroness, lançado no final de 2015, e o primeiro disco deles depois do bizarro acidente que aconteceu com a banda no meio de 2012. Ao escutar o disco, dá para perceber que alguma coisa aconteceu ali e a banda não é mais a mesma. Isso não vem com nenhum tom negativo já que o Baroness que temos agora, pelo menos para mim, é tão bom quanto o que tínhamos antes. Só que agora, o som deles é muito mais acessível. Muito mais mesmo.

Não são poucas as vezes que eu acabei perdendo o interesse em uma banda por que seus discos começaram a parecer acessíveis demais. Sei que posso soar esnobe quando falo isso mas eu gosto de músicas com sonoridades diferentes e complexas. Apesar disso, preciso dizer que Purple do Baroness é um dos meus discos favoritos dessa banda.

Purple é o último disco do Baroness, lançado no final de 2015, e o primeiro disco deles depois do bizarro acidente que aconteceu com a banda no meio de 2012. Ao escutar o disco, dá para perceber que alguma coisa aconteceu ali e a banda não é mais a mesma. Isso não vem com nenhum tom negativo já que o Baroness que temos agora, pelo menos para mim, é tão bom quanto o que tínhamos antes. Só que agora, o som deles é muito mais acessível. Muito mais mesmo.

Se antes, em Yellow & Green, o som da banda era repleto de passagens atmosféricas e temas complexos, em Purple, as coisas mudam. Mudaram tanto que eu demorei um pouco mais do que eu esperava para digerir esse disco. E isso aconteceu pela surpresa que tive ao me deparar com músicas com uma pegada quase pop. Não esperava isso e fiquei bem surpreso com o resultado final.

Não são poucas as vezes que eu acabei perdendo o interesse em uma banda por que seus discos começaram a parecer acessíveis demais. Sei que posso soar esnobe quando falo isso mas eu gosto de músicas com sonoridades diferentes e complexas. Apesar disso, preciso dizer que Purple do Baroness é um dos meus discos favoritos dessa banda. Purple é o último disco do Baroness, lançado no final de 2015, e o primeiro disco deles depois do bizarro acidente que aconteceu com a banda no meio de 2012. Ao escutar o disco, dá para perceber que alguma coisa aconteceu ali e a banda não é mais a mesma. Isso não vem com nenhum tom negativo já que o Baroness que temos agora, pelo menos para mim, é tão bom quanto o que tínhamos antes. Só que agora, o som deles é muito mais acessível. Muito mais mesmo.

Purple do Baroness, um dos melhores discos de 2015

Mas, sendo bem sincero, Purple é um disco fenomenal. Morningstar continua seguindo a tendência do Baroness de começar um disco com violência e capturando a atenção do ouvinte. Shock Me vem na sequência com mais melodia e um refrão daqueles que você canta junto com a banda. Try to Disappear vem depois e continua com a melodia e o peso de sempre. Ai chegamos em Kerosene onde o lado melódico e acessível começa a ficar ainda mais claro. E a tendência continua até que chegamos em If I Have to Wake Up (Would You Stop the Rain) que parece ser minha música favorita do disco.

Purple é um disco bem legal. Cheio de músicas memoráveis, refrões fáceis de cantar e riffs de guitarra pesados. E, por mais que eu tente encontrar algo negativo nesse disco, eu não consigo. Não consigo mesmo. Por isso mesmo que eu preciso deixar a dica para o mundo escutar o Purple e apontar para mim o que tem de errado nesse disco. Só não fale que é o lado pop das músicas por que isso eu já sei.