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Sgùrr é o nome desse disco do Thy Catafalque que eu não consigo parar de escutar. Lançado em 2015, esse é um disco tão variado e estranho que eu não sei direito como descrevê-lo. O disco está tão fora dos gêneros musicais que eu poderia usar aqui que fica meio ridículo explicar o disco de uma vez e vou ter que ir de música a música. Não que isso seja um problema mas essa deve ser a única forma de falar de Sgùrr de um jeito que faça sentido.

Sgùrr do Thy Catafalque

Não sei ao certo quão popular o Thy Catafalque pode ser mas acabei de passar as últimas duas semanas da vida escutando um disco deles e sei que preciso contar para o mundo o que acho dessa obra de arte da música estranha. Sgùrr é o nome desse disco do Thy Catafalque que eu não consigo parar de escutar. Lançado… Read More »Sgùrr do Thy Catafalque

This is not supposed to be positive do Hangman’s Chair pode ter surgido na capital francesa, um local famoso pelos jantares a luz de vela e pela aura de romance. Mas não é isso que você vai escutar nesse disco que considero um dos melhores de 2015. O som aqui é de uma melancolia pesada que me lembra uma estranha mistura de Alice in Chains e Life of Agony e não tem como essa mistura sair ruim. Nesse quarto disco do Hangman’s Chair, o som da banda evoluiu além do stoner e do doom que eles tocavam anteriormente. Isso não quer dizer que a banda perdeu na pegada pesada. Isso quer dizer que a banda encontrou um som deles e ele carrega tantas referências que não tem como achar o This is not supposed to be positive um disco ruim. O disco começa com Dripping Low que, por um breve momento, parece levar o disco para um um mais rock, quase rápido. Mas, não. This is not supposed to be positive não é um disco assim e você vai poder escutar isso muito bem na tensão que o vocal de Cédric Toufouti coloca para fora. Nessa música você consegue perceber que Hangman’s Chair sabe criar atmosfera e que eles não estão tocando para fazer amigos. Em Requiem, a terceira música do disco, dá para escutar um pouco de Type O Negativa nas guitarras e quase senti falta do vocal grave deles. Ai chegamos a Your Stone que me lembrou ainda mais o Alice In Chains e fico me perguntando por que que tantas pessoas não conhecem essa banda. This is not supposed to be positive do Hangman’s Chair foi uma das melhores surpresas musicais de 2015. A mistura de estilos e levadas musicais que escuto em suas músicas vai de Nirvana a Mastodon passando por Alice in Chains e Life of Agony e não tem muito onde errar nessa combinação de bandas. Se você gosta de alguma delas, arrisque o Hangman’s Chair sem pensar duas vezes. Escute o This is not supposed to be positive do Hangman’s Chair direto no bandcamp deles.

This is not supposed to be positive do Hangman’s Chair

This is not supposed to be positive do Hangman’s Chair pode ter surgido na capital francesa, um local famoso pelos jantares a luz de vela e pela aura de romance. Mas não é isso que você vai escutar nesse disco que considero um dos melhores de 2015. O som aqui é de uma melancolia pesada que me lembra uma estranha mistura de Alice in Chains e Life of Agony e não tem como essa mistura sair ruim.
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Melk En Honing do Author & Punisher

Melk En Honing do Author & Punisher

Author & Punisher é uma banda de um homem só e esse homem é o americano Tristan Shone. Nessa banda não existem guitarras, baterias ou baixos. Nenhum som aqui é produzido por aqueles instrumentos que nos é familiar. O Author & Punisher é uma banda cujo som é todo gerado por instrumentos criados pelo próprio Tristan Shone e isso deixa… Read More »Melk En Honing do Author & Punisher

Dreamcrash do Grave Pleasures

Dreamcrash do Grave Pleasures

Descobri o Grave Pleasures tem poucos meses e foi por acidente, ainda por cima. Tinha escutado a versão anterior da banda, conhecida como Beastmilk, e achado bem chatinho. Não sei porque mas não gostei dessa banda. Pronto. Uns meses atrás, lá estava eu lendo sobre a nova formação do Dødheimsgard quando descobri que o vocal do meu disco favorito deles, o Supervillain Outcast, tinha uma banda nova. Essa banda é o Grave Pleasures.
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Quando se trata de uma banda como o Leprous, minhas expectativas são bem altas. Isso acontece por que os últimos discos desses noruegueses do metal progressivo são fenomenais. Tempos quebrados, guitarras cheias de uma pegada quase jazz e um vocal melodioso que não consigo imaginar como posso gostar. Esse é o Leprous e The Congregation é o último disco deles.

The Congregation do Leprous

Quando se trata de uma banda como o Leprous, minhas expectativas são bem altas. Isso acontece por que os últimos discos desses noruegueses do metal progressivo são fenomenais. Tempos quebrados, guitarras cheias de uma pegada quase jazz e um vocal melodioso que não consigo imaginar como posso gostar. Esse é o Leprous e The Congregation é o último disco deles.Read More »The Congregation do Leprous