A necessidade do café na vida

Aqui na agência onde trabalho o café costumava ser um dos melhores que tomei profissionalmente falando. E quando eu falo profissionalmente, eu quero dizer que foi feito onde eu pratico a minha profissão e não que foi feito por profissionais.

Então segunda feira eu tomei conhecimento de que tudo iria mudar. Ao invés do meu amado “carrinho de café” que era deixado na sala onde é a criação e eu podia me servir várias vezes, fui supreendido por uma máquina de café. Tudo bem de princípio. Essa máquina é dessas novas que tu vê em postos de gasolina e faz cafés, capuccinos e chocolates quentes. Pra mim ela deveria fazer apenas café que é a única coisa necessária de verdade. Porém, além dessa enorme variedade de coisas, ela faz o pior café que eu já tomei.

E quando eu digo pior, eu não exagero mas não sei se é realmente o pior. Vamos tentar descrever o café. Ele tem uma “espuminha” de capuccino sendo que não é um capuccino. Tem aquele gosto de café feito no microondas mas não tem o sabor caprichado de quem sabia que o café ia ficar ruim por ter sido feito no microondas e por isso deu uma melhorada na potência do mesmo. Além que que acho que o adoçante usado deve ser pirateado ou algo assim.

Com tudo isso acima eu andei nos últimos dias tentando descobrir como deixar o café melhor. Minha descoberta é a seguinte: você pede um café longo amargo e um café longo com extra açúcar. Pega os dois e mistura em apenas um copo, depois pega de um copo e passa pra outro pelo menos umas 3 vezes. Com isso, a espuma excessiva desaparece e o açúcar de ambos entra em equilíbrio.

Descobri que dessa forma, não é que o café fica bom, ele fica satisfatório. Pelo menos é um início.

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