blog.ftofani.com / Esse é o blog pessoal do Felipe Tofani. Onde ele escreve e comenta sobre tudo que acha interessante mas não necessariamente é.

The Congregation do Leprous

Quando se trata de uma banda como o Leprous, minhas expectativas são bem altas. Isso acontece por que os últimos discos desses noruegueses do metal progressivo são fenomenais. Tempos quebrados, guitarras cheias de uma pegada quase jazz e um vocal melodioso que não consigo imaginar como posso gostar. Esse é o Leprous e The Congregation é o último disco deles.

Quando se trata de uma banda como o Leprous, minhas expectativas são bem altas. Isso acontece por que os últimos discos desses noruegueses do metal progressivo são fenomenais. Tempos quebrados, guitarras cheias de uma pegada quase jazz e um vocal melodioso que não consigo imaginar como posso gostar. Esse é o Leprous e The Congregation é o último disco deles.

Lançado em maio de 2015, The Congregation é o quarto disco do Leprous. E, acredito que, pode ser o mais difícil de digerir e, ao mesmo tempo, o ponto alto da carreira deles até agora. Digo isso por que, nesse disco, eles conseguiram evoluir todos os elementos sonoros que eles praticaram tanto antes. Escutar os discos anteriores do Leprous depois de The Congregation é observar a evolução da banda para uma conclusão sonora que demora um pouco a ser digerida. Pelo menos para mim.

Quando se trata de uma banda como o Leprous, minhas expectativas são bem altas. Isso acontece por que os últimos discos desses noruegueses do metal progressivo são fenomenais. Tempos quebrados, guitarras cheias de uma pegada quase jazz e um vocal melodioso que não consigo imaginar como posso gostar. Esse é o Leprous e The Congregation é o último disco deles.

É, foi um pouco difícil de digerir esse disco. Acredito que deve ser por que realmente gosto muito do que a banda fez em Coal. Eu não sei direito o que esperava quando escutei The Congregation pela primeira vez mas sei que eu não esperava o que escutei. Foram necessárias algumas tentativas para que eu percebesse a qualidade desse disco.

Lembro de deixar o The Congregation de lado e continuar cantarolando alguns dos ritmos do disco. Foi assim que percebi que tinha sido capturado por essa nova sonoridade do Leprous e acho que você precisa fazer o mesmo.

Ignore o fato de que, superficialmente, as músicas desse disco podem parecer bem similares. Elas não são. Não mesmo. Elas tem uma sonoridade minimalista, de um jeito ou de outro, mas elas só parecem mais simples do que são de fato. O vocal nunca esteve tão interessante e, acredito que, isso pode acontecer para que Einar Solberg consiga evoluir um pouco com as letras do disco já que elas são bem fracas. É, esse pode ser meu único problema com esse disco mas eu não sei nem se isso é um problema.

The Congregation é um dos melhores discos que escutei em 2015 e você precisa dar uma chance a ele.

Conhecendo o Leprous ou não. E, caso queira conhecer a banda, o vídeo abaixo serve como uma ótima introdução.