metal

Àmr parece ser o tipo de disco que segue com a sonoridade que Ihsahn estava perseguindo desde seus primeiros discos solo. Aqui o som é uma espécie de metal progressivo cheio de sintetizadores, vocais limpos e guitarras complexas e pesadas. Particularmente, eu acho fenomenal e por isso mesmo estou escrevendo esse review por aqui.

Àmr do Ihsahn, um dos melhores discos de metal progressivo de 2018

Àmr parece ser o tipo de disco que segue com a sonoridade que Ihsahn estava perseguindo desde seus primeiros discos solo. Aqui o som é uma espécie de metal progressivo cheio de sintetizadores, vocais limpos e guitarras complexas e pesadas. Particularmente, eu acho fenomenal e por isso mesmo estou escrevendo esse review por aqui. Existem algumas pitadas de black metal… Read More »Àmr do Ihsahn, um dos melhores discos de metal progressivo de 2018

Quando eu fiquei sabendo que o Mastodon iria tocar em Berlim em Agosto de 2016, acredito que meu nível de empolgação superou todos os patamares alcançados antes. Afinal, só naquele mês, eu teria assistido o Ministry e o Valient Thorr. Fechar o mês com Mastodon seria algo ainda mais épico.

Um Poster para o show do Mastodon em Berlim em Agosto de 2016

Quando eu fiquei sabendo que o Mastodon iria tocar em Berlim em Agosto de 2016, acredito que meu nível de empolgação superou todos os patamares alcançados antes. Afinal, só naquele mês, eu teria assistido o Ministry e o Valient Thorr. Fechar o mês com Mastodon seria algo ainda mais épico. Digo isso porque essa foi a primeira vez na minha… Read More »Um Poster para o show do Mastodon em Berlim em Agosto de 2016

Quando conheci o Ruins of Beverast, o som da banda era uma mistura de funeral doom com black metal e eu lembro de achar tudo aquilo fenomenal. Mas os anos foram passando e eu fui deixando de lado a banda. Banda essa que foi criada lá em Aachen, aqui na Alemanha, pelo ex-baterista do Nagelfar: Alexander von Meilenwald. De acordo com ele, nos últimos anos, o Ruins of Beverast estava tocando um estilo de black metal muito tradicional e de uma forma quase psicótica. Como essa é uma banda de um homem só, o que passa na cabeça de Alexander von Meilenwald acaba refletindo muito no estilo musical da banda. E, segundo o músico, esse disco é imensamente pessoal e foi considerado por ele como uma forma de exorcismo terapêutico. Por isso mesmo que Exuvia acaba sendo um pouco diferente do que veio antes. Quase que uma evolução do passado musical da banda mas de um jeito especial.

Exuvia do Ruins of Beverast

Conheci o Ruins of Beverast em meados de 2006 e nunca dei muita atenção a banda mas tudo mudou quando Exuvia foi lançado e acabou se tornando, provavelmente, o disco de metal do ano para mim. O disco mistura black com doom metal e referências de industrial com algo quase tribalista em um ponto que fica difícil de explicar sem… Read More »Exuvia do Ruins of Beverast

Quando se trata de uma banda como o Leprous, minhas expectativas são bem altas. Isso acontece por que os últimos discos desses noruegueses do metal progressivo são fenomenais. Tempos quebrados, guitarras cheias de uma pegada quase jazz e um vocal melodioso que não consigo imaginar como posso gostar. Esse é o Leprous e The Congregation é o último disco deles.

The Congregation do Leprous

Quando se trata de uma banda como o Leprous, minhas expectativas são bem altas. Isso acontece por que os últimos discos desses noruegueses do metal progressivo são fenomenais. Tempos quebrados, guitarras cheias de uma pegada quase jazz e um vocal melodioso que não consigo imaginar como posso gostar. Esse é o Leprous e The Congregation é o último disco deles.Read More »The Congregation do Leprous

Não sei o que anda acontecendo com o mundo que a cada ano que passa sou surpreso com mais uma banda de doom que mostra que podemos fazer música ainda mais pesada. Foi isso que passou na minha cabeça na primeira vez que escutei o Vænir dos suecos do Monolord. Além de ser um dos discos mais legais que escutei em 2015, esse é, também, um dos discos mais pesados que eu já escutei na vida. E você precisa escutar isso também.

Vænir: O Doom Ultra Pesado dos Suecos do Monolord

Não sei o que anda acontecendo com o mundo que a cada ano que passa sou surpreso com mais uma banda de doom que mostra que podemos fazer música ainda mais pesada. Foi isso que passou na minha cabeça na primeira vez que escutei o Vænir dos suecos do Monolord. Além de ser um dos discos mais legais que escutei em 2015, esse é, também, um dos discos mais pesados que eu já escutei na vida. E você precisa escutar isso também.
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Fear Factory – Demanufacture

Ainda lembro bem da minha cara quando escutei a intro de Demanufacture a primeira vez. Foi naquele momento que eu descobri que queria tocar bateria e que o Fear Factory iria se tornar uma das minhas bandas favoritas. Anos depois, acabei celebrando essa banda com uma tatuagem de um dos discos dele na minha perna. O disco é o Obsolete e a tatuagem foi a primeira que eu fiz na vida. Vocês não acreditam na minha cara quando eu fui ver um show do Fear Factory pela primeira vez…

Mas, voltando ao Demanufacture, conheci a banda quando escutei a trilha sonora de Mortal Kombat pela primeira vez. Eu deveria ter uns 15 anos na época e sei que não entendi nada do que escutei no filme e fiquei ainda mais confuso quando escutei o disco pela primeira vez. Zero Signal marcou muito bem um dos primeiros momentos onde pensei se aquilo que eu escutava fazia sentido.

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