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For My Crimes é o último disco de Marissa Nadler, lançado em setembro de 2018. A sonoridade aqui é mais próxima do folk que ela toca há anos e foge um pouco das atmosferas de post-rock que ela explorou no seu disco anterior, Strangers. Acho que, por isso mesmo, esse disco acabou soando mais como um retorno do que como algo realmente novo.

For My Crimes da Marissa Nadler

For My Crimes é o último disco de Marissa Nadler, lançado em setembro de 2018. A sonoridade aqui é mais próxima do folk que ela toca há anos e foge um pouco das atmosferas de post-rock que ela explorou no seu disco anterior, Strangers. Acho que, por isso mesmo, esse disco acabou soando mais como um retorno do que como… Read More »For My Crimes da Marissa Nadler

Manes é uma dessas bandas da Noruega que começou a gravar seguindo um estilo mais próximo do black metal mas que, com o passar dos anos, foi se distanciando do estilo quase que completamente. Em Slow Motion Death Sequence, o quinto disco da banda, fica até difícil conseguir colocar uma categorização na música que eles fazem.

Slow Motion Death Sequence do Manes

Manes é uma dessas bandas da Noruega que começou a gravar seguindo um estilo mais próximo do black metal mas que, com o passar dos anos, foi se distanciando do estilo quase que completamente. Em Slow Motion Death Sequence, o quinto disco da banda, fica até difícil conseguir colocar uma categorização na música que eles fazem. Talvez, por isso mesmo,… Read More »Slow Motion Death Sequence do Manes

Saindo da exposição, resolvi disponibilizar a música que fiz e colocar tudo junto no meu perfil no Bandcamp. Resolvi chamar esse disco de Resonant Loops e acabei colocando o loop que enviei para o Museu Judaico, uma versão estendida desse loop que se repete sete vezes e a música original de onde eu tirei esse trecho. Usei uma das fotografias que fiz dentro da exposição como arte e pronto. Dessa forma, agora já tenho dois discos disponíveis no Bandcamp, algo completamente inesperado para mim.

Resonant Loops do Muqdisho

Resonant Loops é o nome de um disco que disponibilizei no Bandcamp. Lá você pode escutar algumas variações de uma música minha que acabou indo parar dentro do Museu Judaico aqui de Berlim. É sério isso e vou explicar tudo um pouco melhor logo abaixo. Há alguns meses, eu me deparei com um open call to Museu Judaico aqui de… Read More »Resonant Loops do Muqdisho

Tem alguns meses que eu ando publicando músicas pelo soundcloud numa estética que varia entre o noise, o ambient e o drone. Resolvi colocar o nome de muqdisho nesse projeto musical e passei o mês de fevereiro arriscando algumas ideias e sonoridades. O que eu acabei achando mais interessante, foi colocado junto e acabou virando um disco que resolvi chamar de purification.

muqdisho – purification

Tem alguns meses que eu ando publicando músicas pelo Soundcloud numa estética que varia entre o noise, o ambient e o drone. Resolvi colocar o nome de muqdisho nesse projeto musical e passei o mês de fevereiro arriscando algumas ideias e sonoridades. O que eu acabei achando mais interessante, foi colocado junto e acabou virando um disco que resolvi chamar… Read More »muqdisho – purification

Quando conheci o Ruins of Beverast, o som da banda era uma mistura de funeral doom com black metal e eu lembro de achar tudo aquilo fenomenal. Mas os anos foram passando e eu fui deixando de lado a banda. Banda essa que foi criada lá em Aachen, aqui na Alemanha, pelo ex-baterista do Nagelfar: Alexander von Meilenwald. De acordo com ele, nos últimos anos, o Ruins of Beverast estava tocando um estilo de black metal muito tradicional e de uma forma quase psicótica. Como essa é uma banda de um homem só, o que passa na cabeça de Alexander von Meilenwald acaba refletindo muito no estilo musical da banda. E, segundo o músico, esse disco é imensamente pessoal e foi considerado por ele como uma forma de exorcismo terapêutico. Por isso mesmo que Exuvia acaba sendo um pouco diferente do que veio antes. Quase que uma evolução do passado musical da banda mas de um jeito especial.

Exuvia do Ruins of Beverast

Conheci o Ruins of Beverast em meados de 2006 e nunca dei muita atenção a banda mas tudo mudou quando Exuvia foi lançado e acabou se tornando, provavelmente, o disco de metal do ano para mim. O disco mistura black com doom metal e referências de industrial com algo quase tribalista em um ponto que fica difícil de explicar sem… Read More »Exuvia do Ruins of Beverast

Sgùrr é o nome desse disco do Thy Catafalque que eu não consigo parar de escutar. Lançado em 2015, esse é um disco tão variado e estranho que eu não sei direito como descrevê-lo. O disco está tão fora dos gêneros musicais que eu poderia usar aqui que fica meio ridículo explicar o disco de uma vez e vou ter que ir de música a música. Não que isso seja um problema mas essa deve ser a única forma de falar de Sgùrr de um jeito que faça sentido.

Sgùrr do Thy Catafalque

Não sei ao certo quão popular o Thy Catafalque pode ser mas acabei de passar as últimas duas semanas da vida escutando um disco deles e sei que preciso contar para o mundo o que acho dessa obra de arte da música estranha. Sgùrr é o nome desse disco do Thy Catafalque que eu não consigo parar de escutar. Lançado… Read More »Sgùrr do Thy Catafalque