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Design

A Arte Perdida da Crítica de Design

Ano passado eu falei no Pecha Kucha Night e um dos pontos que tentei falar foi sobre a falta de crítica na comunidade de design. Não só na comunidade online mas no dia a dia mesmo. Afinal, a discussão crítica sobre o design pode ser, algumas vezes, tão importante quanto o processo em si. Aliás, se seu trabalho é feito em grupo, um retorno da sua equipe e de seus colegas pode mantê-lo interessado e ajudá-lo a aprimorar algumas técnicas que você nem sabia que precisava de aprimoramento.

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Uma forma de criar trabalhos fenomenais

Eu acredito que uma forma de criar trabalhos fenomenais é ofendendo as pessoas. Se não ofender as pessoas, que as deixe nervosa de alguma forma. O design do Globo.com fez isso ao mostrar que um layout minimalista facilitava muito a leitura do conteúdo. E funcionou tão bem que hoje vivemos num mundo cheio de clones. O prédio do MASP deixou pessoas furiosas, assustadas e completamente ofendidas. E hoje é uma referência na arquitetura brasileira e um marco na cidade de São Paulo.

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João Brasil na Crew

CREW e seu João Brasil

Mais um mês e mais um flyer para festa Crew. Mais um experimento visual estranho. O conceito dessa edição foi utilizar algo que remetesse ao Brasil do nome da atração principal sem usar elementos clichês, ai tentei seguir por um caminho de tropicalismo digital. Algo onde as cores remetessem ao conceito e onde o resto dos elementos ainda fosse da Crew.
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A Primeira Crew de 2011

To Love Is to Bury

Continuo fazendo o flyers da Crew e, depois de uns anos fazendo esse tipo de material, o exercício de criação para evitar temas e visuais recorrentes começa a se tornar um pouco complexo. Afinal, a cada mês acabo criando um visual diferente seguindo uma identidade visual e, com o passar dos anos, os temas vão acabando.

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Queria ser Marceneiro

Vendo o vídeo acima, me lembrei que antes de me tornar o designer que escreve aqui, eu queria ser marceneiro. Se gostou do que viu, aproveite e veja a entrevista toda no grainandgram.com/blairsligar