São Paulo sitiada, novamente

Hoje li na Folha de São Paulo sobre a volta dos ataques do PCC a cidade de São Paulo e no interior. Claro que é uma das melhores coisas do mundo acordar e ler sobre a atual situação de guerra que vivemos. Principalmente quando ela está tão perto e sempre ignoramos. Mas o que eu escrevo aqui não é sobre o que acontece e sim sobre o que eu vejo na rua.

Como moro atrás da Fiesp, perto da Avenida Paulista, não vejo muita coisa de ataques. Às vezes escuto algum barulho alto e estranho vindo da Nove de Julho mas duvido que seja algo grave. Mas como trabalho na McCann na Vila Mariana, o metrô é onde eu vejo as coisas.

Ontem o metrô estava lotado num horário onde normalmente não está dessa forma, depois das 19:00. Além do fato de que o tempo de perrmanência em cada estação era pelo menos três vezes maior do que o normal. Isso ocorria, pelo menos foi o que informou o motorista, devido a um “incidente” na Estação da Luz. Mas não li nada sobre qualquer “incidente” nessa estação.

Hoje a presença de viaturas na porta do Shopping Santa Cruz era maior do que o nada que sempre está lá. Havia pelo menos umas 3 no local. E o metrô, estava lotado novamente, mesmo eu saindo de casa mais tarde com a intenção de escapar dessa situação.

E isso porque eu moro exatamente da direção contrária do fluxo de pessoas no metrô. Vejo a linha oposta pelo menos umas 2 vezes mais cheia. Hoje a noite quero ver o metrô como vai estar devido a esse aumento no número de ataques.

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